No final de agosto de 2020, decidimos dividir uma disciplina no âmbito da linha de pesquisa Arte, experiência e linguagem do PPGARTES/ Uerj, e a intitulamos Campo/contracampo. Na ementa, anunciamos: 


Na situação imposta pela pandemia, espaços privados tornaram-se públicos, revelados em lives e encontros por plataformas virtuais. Dominar o enquadramento, ou seja, os contornos do que será exibido ao mundo, tornou-se um aprendizado para a maioria dos mortais. Em um contexto mais amplo, podemos dizer que o fora de quadro passou a ser tudo o que acontece “lá fora”. A vida passou, efetivamente, a operar em dois ritmos: o abrigado pela tela e o de fora dela, domínio do vírus. Nesse contexto, pensar o cotidiano nos termos da linguagem cinematográfica tornou a ideia de campo/contracampo bem mais complexa.


A ideia era partir das apresentações de pesquisas individuais – processos, linguagens e métodos da produção artística contemporânea –, para investigar, debater e refletir acerca de aspectos do tempo/espaço do confinamento: ritmos, diferenças, limites, continuidade, fendas, falhas, fluxos.


As respostas, aqui presentes, refletem a diversidade das produções e, sobretudo, da reflexão de cada uma/um diante das condições impostas aos corpos durante o período da pandemia. 


Analu Cunha e Regina de Paula

campocontracampo

carla regina

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benedito ferreira

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chang chi chai

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eloá carvalho

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felipe abdala

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luiza stavale

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piti tomé

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